Conselho de Ética da Câmara abre processos contra sete deputados

Entre os processos, está a fala de Brunini, acusado de transfobia contra a deputada Erika Hilton

O Conselho de Ética da Câmara dos Deputados instaurou, nesta quarta-feira (30), processos para apurar as condutas de sete deputados.

São eles: Dionilso Marcon (PT), Glauber Braga (PSOL), André Fernandes (PL), Ricardo Salles (PL), Luciano Zucco (Republicanos), Abilio Brunini (PL) e Sâmia Bomfim (PSOL).

Salles
Em pedido apresentado pelo PSOL, Ricardo Salles é acusado de praticar supostos ataques contra a deputada Sâmia Bomfim (PSOL). O partido cita como exemplo uma postagem feita por Salles em uma rede social, na qual publicou um “emoji” de um hambúrguer, e que a publicação seria direcionada a Sâmia

Brunini
Abilio Brunini é investigado em uma denúncia por suposta fala transfóbica contra a deputada Erika Hilton (PSOL). Durante a sessão da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) dos Atos Golpistas, em 11 de julho, Brunini foi acusado por parlamentares de insinuar que Erika estava “oferecendo serviços”.

Sâmia
O PL argumenta que, na sessão da CPI do MST de 12 de julho, Sâmia Bomfim atacou a dignidade do deputado General Girão (PL), o chamado de “bandido”, “terrorista”, “fascista” e “golpista”.

Zucco
O processo, também apresentado pelo PSOL, acusa o presidente da CPI do MST, Luciano Zucco, de ter cometido suposta violência política de gênero contra Sâmia Bomfim nas sessões da comissão.

Dionilso
A representação contra o deputado Marcon (PT) foi apresentada pelo PL, que o acusa de ter atacado a honra do deputado Eduardo Bolsonaro (PL), durante reunião da Comissão de Trabalho da Câmara, em 19 de abril deste ano. O microfone da comissão oficial não transmite a fala, mas Eduardo disse que o deputado Marcon alegou que a facada contra o ex-presidente Jair bolsonaro (PL) foi “fake”.

Glauber Braga
A representação contra Glauber Braga (PSOL) também é de autoria do PL e relacionada a uma discussão com o deputado Eduardo Bolsonaro, durante uma reunião da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional, em 31 de maio. Segundo o partido, à ocasião, Braga fez uma referência ao caso das joias recebidas pelo governo do ex-presidente Jair Bolsonaro como presente oficial de regime árabes. (Bahia.ba)

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