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Brasil registra maior entrada de dólares no primeiro semestre em oito anos, aponta Banco Central
O Brasil encerrou o primeiro semestre de 2026 com um saldo cambial positivo de US$ 17,782 bilhões, conforme dados divulgados pelo Banco Central (BC). O resultado representa a maior entrada líquida de dólares no país para o período dos últimos oito anos, revertendo a saída de US$ 14,345 bilhões registrada no primeiro semestre de 2025.
A disputa pelo mercado de carros elétricos e híbridos na Europa ganhou novos contornos em julho. Dados oficiais divulgados nesta terça-feira (5) mostram que a Tesla, de Elon Musk, sofreu uma queda drástica nas vendas nos dois principais mercados do continente, Grã-Bretanha e Alemanha, enquanto a montadora chinesa BYD apresentou crescimento explosivo no mesmo período.
O dólar alcançou uma nova marca histórica ao encerrar a sessão desta quarta-feira (18) cotado a R$ 6,267, registrando uma alta de 2,82%. A desvalorização do real ocorre em meio ao aumento do pessimismo do mercado financeiro em relação às medidas de controle de gastos anunciadas pelo governo federal, conforme noticiado pelo G1.
O dólar opera em alta nesta terça-feira (17), sendo cotado a R$ 6,19, após atingir a máxima de R$ 6,1935. A valorização reflete as preocupações do mercado financeiro com o pacote de cortes de gastos do governo, enviado ao Congresso Nacional. A proposta visa economizar R$ 70 bilhões nos próximos dois anos e alcançar um total de R$ 375 bilhões até 2030, como parte do esforço para zerar o déficit público em 2024 e 2025.
Um dia após aproximar-se de R$ 5,70, o dólar teve forte queda após declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e a redução da geração de empregos nos Estados Unidos.
Haddad se reuniu com a titular do Planejamento, Simone Tebet, nesta quinta. Após fala sobre corte de gastos, dólar caiu para R$ 5,36
Dólar fecha a R$ 5,07 e chega ao maior patamar em seis meses, após dados ruins de inflação nos EUA; Ibovespa cai
O dólar fechou em forte alta nesta quarta-feira (10), após dados do índice de preços ao consumidor dos Estados Unidos (CPI, na sigla em inglês) terem vindo piores do que o esperado e afastado a possibilidade de corte dos juros americanos pelo Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA).
De acordo com uma reportagem do Metrópoles, o Ibovespa fechou em leve alta de 0,08%, aos 126.903 pontos, nesta terça-feira (5). O principal índice da Bolsa brasileira (B3) avançou com a repercussão do resultado do Produto Interno Bruto (PIB). Ele cresceu 0,1% no terceiro trimestre deste ano, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado veio acima das projeções do mercado, que apontavam para um recuo de 0,2% do PIB nesse período.
Dezembro começou bem. O Ibovespa encerrou o dia com alta de 0,67%, aos 128.148,91 pontos, em seu maior patamar desde 2021. Na semana, a alta foi de 2,13%. O avanço foi elogiado pelo presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, que destacou que o banco deve “agir com cuidado” em sua política monetária.
A Bolsa brasileira recuou 0,83% nesta sexta-feira (24), aos 125.517 pontos, puxada por ações do setor de varejo, que registram as maiores baixas da sessão, e pela baixa liquidez por conta do feriado do Dia de Ação de Graças nos Estados Unidos.











