Sobre atentado em 2019, Prisco ainda confirma e diz que a investigação corre em segredo de justiça

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Deputado Estadual Marco Prisco (PSC) / Foto: Voz da Bahia

O Voz da Bahia entrevistou o deputado estadual Marco Prisco Caldas Machado (PSC) que falou através do programa Meio-Dia e Meia na Live do Voz da Bahia e contou sobre sua trajetória em meio as greves da PM (Polícia Militar) na Bahia e do possível atentado que o mesmo sofreu em outubro de 2019.

Segundo o parlamentar, quando jovem morou em Santo Antônio de Jesus e gostou da cidade a ponto de retornar recentemente para morar, “eu sou natural de Catu, vim morar em Santo Antônio de Jesus durante quatro anos, criei uma paixão e comecei a frequentar. Há anos atrás, eu queria vir morar de vez. Tenho um imóvel no bairro da Maria Preta e adotei essa cidade como meu lar”, falou.

Prisco foi o líder da greve da PM em 2012, e diz que foi positiva na melhoria dos salários da categoria, “a greve da polícia de 2001 era uma uma mudança no modelo e na política de segurança pública do estado, depois veio a de 2012, que acabou dando uma visibilidade grande. Quem é que estaria hoje ganhando 4 salários mínimos para dedicar sua vida ao próximo, chegar nos lugares que ninguém quer chegar? Saímos de casa com a expectativa de voltar, mas não sabemos se iríamos. Para ser policial militar tem que ter amor a profissão. Não é fácil viver nas péssimas condições de trabalho, com péssimos salários e sem reconhecimento até do povo que eles dedicam a vida para manter seguros”, disse.

No dia 16 de outubro de 2019, houve um suposto atentado ao deputado Soldado Marco que deixou dois policiais feridos. Após a ação, várias mensagens foram divulgadas nas redes sociais e aplicativos de mensagens instantâneas, afirmando que o parlamentar havia sido baleado, entretanto, o mesmo havia sido ferido apenas pelos estilhaços de vidro. Ao Voz da Bahia, Prisco explicou que esse processo segue em em segredo de justiça, “quando ocorreu o fato, estava no hospital anestesiado, acordei no dia seguinte com dois agentes delegados querendo falar comigo, mas eu não podia no momento. A mídia através do governo afirmou que não havia um segundo carro, deram uma de ‘MacGyver’, plantaram um fake news. Quando foram ver as câmeras mostraram um segundo carro, que parou, atirou e seguiu”, concluiu.

Reportagem: Voz da Bahia

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