Vereador protocola projeto que flexibiliza funcionamento dos templos religiosos em S. A. de Jesus

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Foto: Voz da Bahia

No programa Meio-Dia e Meia, na Live do Voz da Bahia entrevistou nesta quinta-feira (6), o vereador de Santo Antônio de Jesus, Délcio Mascarenhas (PSB), que discutiu sobre medidas relacionadas ao novo coronavírus, mais precisamente falando, sobre a flexibilização do funcionamento de templos religiosos.

Segundo o edil, o mesmo discutiu com o prefeito Rogério Andrade sobre uma possível funcionamento, tendo em vista que Délcio foi contra o fechamento destes estabelecimentos, “ontem eu tive a oportunidade de conversar pessoalmente com o prefeito Rogério Andrade (PSD), o ex-prefeito Dr. Euvaldo Rosa (PSD) e o presidente da Câmara Antônio Nogueira, o Tom (PSB), onde mais uma vez eu questionei e pedi sensibilidade de entender perfeitamente que as igrejas são atividades essenciais e de direito constitucional. É um direito inviolável e eu não concordo com essa regra de funcionamento apenas com 50 pessoas. Eu acho que limitar o funcionamento de nenhum sentimento religioso não é favorável. Não estou de acordo com o fechamento dos cultos religiosos aqui no município, tendo em vista que em Feira de Santana e Salvador não houve decretos iguais a estes até o presente momento”, disse.

Ainda de acordo com Délcio, o mesmo protocolou um projeto na Câmara Municipal sobre a flexibilização do funcionamento dos templos religiosos, “este projeto, nós estamos colocando as atividades religiosas como algo essencial no período de calamidade pública e pandemia. Esse projeto traz limitações de pessoas dentro dos estabelecimentos, para evitar aglomerações. As pessoas tem o direito de adotar o seu Deus, pois as atividades religiosas são como um pronto-socorro. As pessoas estão abatidas, espiritualmente cansadas e muitas vezes elas precisam do alimento espiritual. O poder público não pode intervir e dizer qual dia e horário que a igreja deve funcionar. Eu acho que isso é usurpação de poder, naturalmente acho que o prefeito vai entender, ele está sensível a nossa preocupação. Não seria o momento que eu deveria ficar amordaçado sem poder falar sobre as entidades religiosas de Santo Antônio de Jesus”, concluiu.

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Reportagem: Voz da Bahia