Mais uma denúncia de assédio sexual conta o presidente afastado da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), Rogério Caboclo, foi protocolada na Comissão de Ética da entidade.
A queixa foi feita por uma funcionária que já havia prestado depoimento ao Ministério Público, segundo informações do site GE.com.
A funcionária deixou a CBF em 2019 e teria sido assediada em um voo em que esteve com Caboclo e o diretor de comunicação da entidade, Douglas Lunardi.
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Na viagem, segundo o depoimento da funcionária, o então presidente teria bebido vinho, pedido para sentar-se ao seu lado e acariciado o seu braço repetidamente, mesmo após ela questionar a atitude.
À comissão, segundo o GE.com, a depoente acrescentou outros episódios. Afirmou que reservava, a pedido de Caboclo, quartos em hotéis para mulheres que ela não conhecia.
Ela também teria relatado que, em uma viagem à Suíça, o dirigente a chamava com frequência para reuniões no quarto dele e falava sobre sua vida pessoal, tentando forçar intimidade.
Disse ainda que, após a sua saída da CBF e diante da iminência das denúncias de assédio, ele tentou comprar o seu silêncio oferecendo um novo emprego na entidade.
Afastado da confederação por ordem do Tribunal Regional do Trabalho, Caboclo não pode nem se aproximar da sede da CBF, um prédio na Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio. Ele nega as acusações.
Com informações da Folha de S.Paulo





