Prefeito de Nilo Peçanha é penalizado por nepotismo

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Foto: Divulgação

O Tribunal de Contas dos Municípios, julgou procedente a denúncia formulada pelo vereador Jailton da Conceição Santos, do município de Nilo Peçanha, contra o prefeito Carlos Antônio Bonfim de Azevedo pela prática de nepotismo, na sessão desta quarta-feira (22/05). O exercício de 2017, o gestor favoreceu 14 parentes seus, do vice-prefeito, da primeira-dama e de servidores da administração pública com cargos municipais. O relator, conselheiro Paolo Marconi, aplicou multa no valor de R$5 mil, e também exigiu a exoneração de todos que ainda estão nos cargos a que foram nomeados ilegalmente, no prazo de 30 dias, e ordenou representação ao Ministério Público Estadual para eventual proposição de ação penal.O caso envolveu os sobrinhos do prefeito, Cássio Murilo Araújo de Azevedo, Matheus Azevedo Silva e José Camilo Araújo Azevedo, Eric de Azevedo Fonseca e Hebert de Abreu Farias, sobrinhos do vice-prefeito, Também foram consideradas ilegais as nomeações de Lúcia de Fátima Araújo de Azevedo, Maria Catarina Taquari de Azevedo e Paula Regina de Azevedo dos Santos, todas sobrinhas do prefeito; Carlos Guimarães de Azevedo, filho do prefeito; Elísio Gomes Moreira, irmão do diretor municipal de planejamento; Gleyde Auzilene Tiago da Silva, irmã da secretária de Educação; José Edmilson Tonete Guimarães, cunhado do prefeito; e Ednaldo Rosário Menezes, esposo da diretora de Educação.O Ministério Público de Contas, votou pela procedência da denúncia. Além disso, sugeriu a formulação de representação ao Ministério Público Estadual para investigação da prática de improbidade administrativa e reconhecimento de nulidade das nomeações irregulares. (Bahia Noticias)

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