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O deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), presidente da Comissão das Relações Exteriores da Câmara, defendeu nessa terça-feira (14) durante uma palestra no curso superior de Defesa da Escola Superior de Guerra que o Brasil tenha a posse de armas nucleares. As informações são do jornal “Folha de S. Paulo”. “Se tivéssemos um efetivo maior, um poder bélico maior, talvez fossemos levados mais a sério pelo Maduro, ou temido quem sabe pela China ou pela Rússia”, disse. O parlamentar lembrou que o País sofreria uma série de sanções se optasse por descumprir o Tratado de Não Proliferação Nuclear (TNP), assinado durante o governo de Fernando Henrique Cardoso.
O presidente Jair Bolsonaro chamou de “idiotas úteis” e “massa de manobra” manifestantes que organizam nesta quarta-feira, 15, uma série de protestos contra os cortes do governo na educação básica e no ensino superior. O presidente classificou os protestos como algo “natural” e disse que “a maioria ali (na manifestação) é militante”.
O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara dos Deputados, afirmou que as armas nucleares “garantem a paz” e que o “politicamente correto” o impede de falar sobre a possibilidade de guerra com a Venezuela.
O ministro da Educação, Abraham Weintraub, contra-atacou o movimento apoiado pelas universidades de protestar contra o contingenciamento na área, na quarta, 15, com um pedido para que as instituições “mostrem os números”. “Mostrem os números. Parem de mentir. Estamos contingenciando 3,5%. Você que está preso aí no trânsito: A gente tá pedindo para segurar 3,5% do orçamento e tem gente chiando, trazendo gente para protestar”, reclamou em entrevista à rádio Jovem Pan, nesta noite de terça, 14.
Pessoas próximas ao presidente Jair Bolsonaro (PSL) apostam que o ministro da Secretaria de Governo, general Santos Cruz, será demitido nesta semana. De acordo com o site “O Antagonista” e a revista “Crusoé”, a demissão seria na sexta-feira (17) quando Bolsonaro voltar da viagem a Dallas.
Cem dias após a definição da atual legislatura, a Polícia Legislativa do Senado ainda não concluiu o inquérito que investiga suspeita de fraude na eleição que tornou o senador Davi Alcolumbre (DEM-AP) presidente da Casa, em 2 de fevereiro. À época, a primeira tentativa de votação do dia foi anulada depois que, na urna, apareceram 82 votos, sendo que há somente 81 senadores na Casa. Responsável pela investigação, o corregedor do Senado, senador Roberto Rocha (PSDB-MA) afirmou nesta segunda-feira (13) à Agência Brasil que na semana que vem, quando o presidente da Casa estará de volta a Brasília de uma agenda em Nova Yorque, o caso deve ter um desfecho.
O Tribunal de Justiça do Rio do Janeiro autorizou nesta segunda-feira (13) a quebra de sigilo do senador Flávio Bolsonaro (PSL), filho do presidente da República, e de seu ex-assessor, o ex-militar Fabrício Queiroz. De acordo com O Antagonista, o pedido foi feito pelo Ministério Público do Rio, autorizado em 24 de abril de 2019 e mantido em sigilo até este momento.Além do afastamento de sigilo de Flávio e Queiroz, também terão suas informações bancárias averiguadas a mulher do senador, Fernanda Bolsonaro; a empresa de ambos, Bolsotini Chocolates e Café Ltda.; as duas filhas de Queiroz, Nathália e Evelyn; e a mulher do ex-assessor, Márcia.
O secretário-especial de Trabalho e Previdência do Ministério da Economia, Rogério Marinho, afirmou na noite desta quinta-feira (9) no Rio de Janeiro que as chamadas normas regulamentadoras (NRs) de segurança e saúde no trabalho vão passar por um “amplo processo de modernização”.
O senador Flávio Bolsonaro (PSL) afirmou que o Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) tenta “dar um verniz de legalidade” à investigação do caso Coaf, na qual foi identificada movimentação financeira atípica na conta do seu ex-assessor Fabrício Queiroz.
Há três anos, o Senado Federal aprovava por 55 votos a 22 a abertura do processo de impeachment da então presidente Dilma Rousselff, afastando-a do cargo até que o processo fosse concluído. Naquela ocasião, o então vice-presidente Michel Temer assumiu interinamente o cargo de presidente.








