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Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Pessoas próximas ao presidente Jair Bolsonaro (PSL) apostam que o ministro da Secretaria de Governo, general Santos Cruz, será demitido nesta semana. De acordo com o site “O Antagonista” e a revista “Crusoé”, a demissão seria na sexta-feira (17) quando Bolsonaro voltar da viagem a Dallas.

Erro, não existe o grupo! Verifique sua sintaxe! (ID: 45)

Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

Cem dias após a definição da atual legislatura, a Polícia Legislativa do Senado ainda não concluiu o inquérito que investiga suspeita de fraude na eleição que tornou o senador Davi Alcolumbre (DEM-AP) presidente da Casa, em 2 de fevereiro. À época, a primeira tentativa de votação do dia foi anulada depois que, na urna, apareceram 82 votos, sendo que há somente 81 senadores na Casa. Responsável pela investigação, o corregedor do Senado, senador Roberto Rocha (PSDB-MA) afirmou nesta segunda-feira (13) à Agência Brasil que na semana que vem, quando o presidente da Casa estará de volta a Brasília de uma agenda em Nova Yorque, o caso deve ter um desfecho.

Erro, não existe o grupo! Verifique sua sintaxe! (ID: 46)

Foto: Reprodução / Redes Sociais

O Tribunal de Justiça do Rio do Janeiro autorizou nesta segunda-feira (13) a quebra de sigilo do senador Flávio Bolsonaro (PSL), filho do presidente da República, e de seu ex-assessor, o ex-militar Fabrício Queiroz. De acordo com O Antagonista, o pedido foi feito pelo Ministério Público do Rio, autorizado em 24 de abril de 2019 e mantido em sigilo até este momento.Além do afastamento de sigilo de Flávio e Queiroz, também terão suas informações bancárias averiguadas a mulher do senador, Fernanda Bolsonaro; a empresa de ambos, Bolsotini Chocolates e Café Ltda.; as duas filhas de Queiroz, Nathália e Evelyn; e a mulher do ex-assessor, Márcia.

Foto : Marcos Corrêa/PR

O secretário-especial de Trabalho e Previdência do Ministério da Economia, Rogério Marinho, afirmou na noite desta quinta-feira (9) no Rio de Janeiro que as chamadas normas regulamentadoras (NRs) de segurança e saúde no trabalho vão passar por um “amplo processo de modernização”.

© Pedro França/Agência Senado

O senador Flávio Bolsonaro (PSL) afirmou que o Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) tenta “dar um verniz de legalidade” à investigação do caso Coaf, na qual foi identificada movimentação financeira atípica na conta do seu ex-assessor Fabrício Queiroz.

Dilma Rousseff, durante uma coletiva de imprensa ontem em Brasília. EVARISTO SA AFP

Há três anos, o Senado Federal aprovava por 55 votos a 22 a abertura do processo de impeachment da então presidente Dilma Rousselff, afastando-a do cargo até que o processo fosse concluído. Naquela ocasião, o então vice-presidente Michel Temer assumiu interinamente o cargo de presidente.

Foto:Reuters / Dado Ruvic

Após analisar por um ano 120 grupos de WhatsApp, pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) descobriram que as correntes de mensagens que continham fake news sobre política atingiam mais usuários do que as conversas com desinformação de outros assuntos. O conteúdo enganoso de política também suscitou discussões mais longas e mais duradouras no aplicativo.

Foto : Reprodução/Agência Brasil

O Tribunal de Contas do Município, em São Paulo, realizou auditoria que aponta que o atual governador do estado, João Doria (PSDB), então prefeito de São Paulo, gastou com publicidade oficial no ano passado mais do que o permitido pela legislação. No primeiro semestre de 2018, a prefeitura paulistana desembolsou cerca de R$ 73,8 milhões com propaganda, 122% a mais do que o permitido pela lei federal 9.504/97, de acordo com o levantamento obtido pela Folha.

Foto: divulgação

O governo Jair Bolsonaro deu o primeiro passo para abrir o que chama de caixa-preta do Sistema S. Decreto assinado pelo presidente obriga as entidades a detalhar gastos com salários e serviços prestados à sociedade. Pegas de surpresa, organizações do sistema reclamam da falta de diálogo. Três das nove entidades —Senai, Sesi e Sescoop— estudam questionar as normas na Justiça.

REUTERS (Foto de arquivo)

Ocandidato derrotado à Presidência Fernando Haddad (PT) disse que o presidente Jair Bolsonaro “vive num mundo paralelo” e que, além de cortes em setores essenciais como educação e saúde, sua “única medida concreta foi o fim do horário de verão”. Nesta sexta-feira, 10, Haddad esteve no Rio de Janeiro, onde à noite participou de um evento em defesa da educação pública, na Cinelândia (região central).

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