Apontado pela Operação Faroeste no Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) como “falso cônsul” de Guiné-Bissau, o advogado Adailton Maturino é alvo de novo pedido de prisão. Desta vez, por parte do Ministério Público do Piauí, que solicitou sua prisão preventiva. As informações foram divulgadas pela coluna Satélite, do Jornal Correio, nesta segunda-feira (26).
Maturino é acusado de ser o mentor do esquema de grilagem e venda de sentenças no TJ-BA. Atualmente, ele está preso no Presídio da Papuda, em Brasília. O pedido do MP do Piauí, segundo a coluna, foi pelo caso do suposto furto de um processo administrativo disciplinar movido contra o juiz piauiense, José Ramos Filho, suspeito de transferir fraudulentamente imóveis e terras para integrantes do grupo liderado por ele.
Segundo a publicação, no pedido de prisão atual, que foi encaminhado à Justiça do Piauí no último dia 2, o MP acusa Maturino de ter descumprido medidas cautelares impostas a ele como condição para sua soltura, há quase seis anos, como usar tonozeleira eletrônica, comparecer a cada três meses à Justiça para prestar esclarecimentos sobre suas atividades e permanecer em casa durante as noites.
- Família de Salvador pede ajuda para encontrar jovem desaparecido que pode estar em Santo Antônio de Jesus
- PF investiga vazamento de decisão sigilosa que beneficiou quadrilha suspeita de desviar R$ 45 milhões da Caixa
- Polícia Federal endurece regras para controle de produtos químicos e prevê multas de até R$ 350 mil
Maturino também foi proibido de deixar Teresina sem autorização judicial. No entanto, segundo a coluna, o MP ressaltou que ele desobedeceu a determinação e estendeu suas ações para a Bahia, onde foi preso por operar o esquema sob a mira da Faroeste. (bahia.ba)





