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Casos de dengue caem 86% na Bahia em 2025

Foto: Divulgação/Fiocruz

A Bahia registrou uma queda de 86% nos casos prováveis de dengue em 2025. Até 1º de novembro, foram contabilizados 30.574 casos, contra 229,5 mil no mesmo período de 2024. As mortes também diminuíram: 15 óbitos confirmados neste ano, comparados com 185 no ano anterior.

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A Bahia apresentou uma queda significativa nos casos de dengue em 2025, conforme dados divulgados no boletim epidemiológico da Secretaria da Saúde do Estado (Sesab). Entre dezembro de 2024 e junho deste ano, foram notificados 23.756 casos prováveis da doença, uma redução de 89,1% em comparação ao mesmo período de 2024, quando houve 218.640 registros.

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O governo federal, por meio do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), anunciou nesta terça-feira (20) o pagamento de uma indenização de R$ 60 mil, em parcela única, para crianças de até 10 anos que tenham nascido com deficiência causada pelo vírus da zika durante a gestação.

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou uma Medida Provisória (MP) que autoriza o pagamento de R$ 60.000,00 a pessoas com deficiência causada pela infecção do vírus Zika. A MP foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) nesta quinta-feira (9) e abrange cidadãos nascidos entre 1º de janeiro de 2015 e 31 de dezembro de 2024, com o benefício a ser pago em parcela única em 2025.

Foto: Divulgação/Fiocruz

A Bahia enfrenta um cenário preocupante em relação às arboviroses, especialmente a dengue, que registrou um aumento expressivo de 407,9% nos casos prováveis ​​em comparação ao ano passado. Segundo dados da Secretaria Estadual da Saúde (Sesab), até 9 de novembro de 2024, foram notificados 231.603 casos prováveis ​​de dengue, contra 45.603 no mesmo período de 2023. Neste ano, 157 mortes foram atribuídas à doença.

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O governo do Amazonas confirmou um caso de dengue sorotipo 3, que não era registrado na região desde 2009. A identificação foi feita pela Fundação de Vigilância em Saúde Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP) e pelo Instituto Leônidas e Maria Deane (Fiocruz Amazônia).

Um estudo conduzido por cientistas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) revelou novos insights sobre a persistência e reativação do vírus da zika no organismo humano

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O painel de monitoramento de arboviroses do Ministério da Saúde contabiliza 5.968.224 casos prováveis de dengue e 3.910 mortes confirmadas pela doença ao longo de 2024.

Para receber o repelente, as gestantes precisam estar acompanhadas por uma unidade de saúde

© Reuters/Jayanta Dey

Os riscos apresentados pelas mudanças climáticas no Brasil podem levar à proliferação de vetores, como o mosquito Aedes aegypti e, em consequência, ao agravamento de arboviroses, como dengue, zika e chikungunya. O alerta é de levantamento na área da saúde feito pela plataforma AdaptaBrasil, vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). As projeções indicam também expansão da malária, leishmaniose tegumentar americana e leishmaniose visceral.

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