Poucos dias após a morte do irmão Jesus Sangalo, a cantora Mônica Sangalo publicou um longo desabafo nas suas redes sociais. Com um vídeo do empresário sendo “puxado” por um homem ela falou sobre o processo de falecimento do parente.
“Há várias formas de morrer. Algumas suaves, outras nem tanto. Pode-se morrer de mágoa, que se disfarça em doenças de mil nomes. Por causa da tristeza a pessoa vai perdendo a vontade, vai cultivando a esperança vã de um dia, quem sabe, aquela dor passe, mas nunca passa. Há quem não aguente, há quem jamais esqueça. Pode-se morrer aos pouquinhos, primeiro o brilho nos olhos, depois o sorriso, depois o coração, o olhar desiste, a voz se afasta, o corpo cansa, a mágoa agora, senhora de tudo, vence uma guerra de favas contadas”, desabafou.
Em outra parte, ela comentou sobre a briga de dele e Ivete Sangalo. Na época, o empresário foi acusado de desviar dinheiro da antiga Caco de Telha, empresa da família que cuidava da carreira da cantora. Acusação que fez questão de negar.
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“Jesus foi acusado de ser ladrão. Que lástima. Julgado e condenado pela crueldade parcial da impressa, crucificado moralmente sem que ninguém saísse em sua defesa, nunca uma acusação foi tão vazia. Todo o seu trabalho foi passado por auditoria. Tudo foi posto em pratos limpos. Mas essa verdade jamais interessou, verdades não vendem jornais. Talvez houvesse um Barrabás em meio a essa história torpe, lamentável e covarde. Não sei. Tudo o que sei é que Jesus não tinha em seu DNA a semente da desonestidade, do mau-caratismo e da covardia”, assegurou.
Depois, disse que o irmão era um homem nobre, íntegro, altruísta do bem. “Quem ergue um império como o que ele ergueu, com talento, alegria, lucidez, perseverança, criatividade, alguma brabeza, errando e acertando, aprendendo e ensinando, pelo puro prazer de realizar, não precisa tirar nada de ninguém. Basta apenas receber os aplausos merecidos. E eu o aplaudirei enquanto viver”. Confira o texto completo:
(Bahia Noticias)


