Martinelli, que mantém a suspensão das atividades em bares, restaurantes, escolas públicas e privadas, permitindo o funcionamento do comércio apenas em dias alternados e com horário reduzido, enfrentou duras críticas após se reunir com pastores em sua residência e anunciar a reabertura de igrejas durante a quarentena no município, que já registrou seis casos do novo coronavírus.
A repercussão foi tão negativa que nem todos os líderes religiosos que integram a Ordem dos Pastores de Jaguaquara aderiram à ideia de flexibilização, mesmo com o decreto impondo medidas de restrição nos templos. A Igreja Batista emitiu nota informando que segue com cultos online, respeitando as orientações do Ministério da Saúde sobre a Covid-19.
Representantes do Poder Judiciário e do Ministério Público de Jaguaquara também chegaram a se posicionar diante da repercussão, informando que a flexibilização do funcionamento das igrejas não teve anuência da Justiça e nem do MP, sendo decisão exclusiva da prefeitura. (Bahia Notícias)
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