A Câmara de Vereadores de Santo Antonio de Jesus realizou, na manhã desta terça-feira (4), uma audiência pública para discutir as necessidades das pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA).
O encontro reuniu, além dos vereadores, também mães, pais, profissionais de saúde, ativistas, secretários de governo e a população em geral.
Durante a audiência foram apresentados os números de diagnósticos de autismo em Santo Antonio de Jesus, bem como as necessidades como transporte escolar, cuidadores nas escolas municipais, melhor suporte na saúde, entre outras demandas.
- Homem é condenado a mais de 24 anos por matar a bisavó de 78 anos em Euclides da Cunha
- Líder do governo diz que primeira parcela das rescisões de ex-funcionários do IPSE deve ser paga em 11 de agosto
- Jovens empreendedoras de Santo Antônio de Jesus transformam paixão por doces em negócio aos 14 e 15 anos
O presidente da Câmara, Chico de Dega, participou da audiência e reafirmou a disposição da Casa Legislativa para o debate sobre o autismo e todos os temas importantes para a população. “O Poder Legislativo estará sempre aberto para ouvir o povo e pautar os temas de interesse da população através dos vereadores e vereadoras”, afirmou.
A vereadora Tia Adriana, que propôs a realização da audiência, se disse satisfeita com o resultado e que agora cabe aos órgãos transformar as ideias em ação. “As demandas foram várias e o momento é de estar com o gestor, levar as demandas tanto da educação, quanto da saúde, a SMTT, os transportes dentro da Secretaria de Educação, para que essas mães tenham uma resposta num tempo breve. Não é fácil, mas eu tenho certeza que juntos podemos alcançar muita coisa e ajudar os autistas de Santo Antonio de Jesus”, ressaltou a vereadora.
O presidente Chico de Dega também destacou a importância de se transformar o que foi discutido na audiência em ação efetiva pelo município. “Uma audiência pública como essa deverá despertar no poder público o atendimento às necessidades das famílias e das pessoas com autismo. A nós (vereadores) cabe fazer as leis e encaminhar. Em seguida cobrar para que sejam colocadas em prática”, destacou.





