Para ser deputado, Rogério Filho revela que teve que convencer seu pai: Eu pedi muito, conversei, insisti

Foto: Voz da Bahia

Eleito para deputado estadual com exatos 85.968 votos computados na Bahia, e sendo um dos deputados mais jovens da AL-BA (Assembleia Legislativa do Estado da Bahia), com apenas 21 anos, Rogério Andrade Filho (PSD) falou em entrevista ao Voz da Bahia no programa ‘Meio-dia e Meia‘ como ele recebeu o resultado das eleições, devido a sua pouca idade e também ao seu pouco tempo na vida pública, “eu achei surpreendente porque a gente sabe que tenho apenas 21 anos de idade, a minha vida foi voltada para a vida acadêmica, até então, eu não tenho muito tempo que enveredei pela visa pública”, contou Rogério Filho. Ele também revelou que a escolha do seu nome é recente, “esse projeto na verdade foi muito recente, a escolha do meu nome para disputar a eleição estadual. No último pleito de 2014 o candidato a deputado estadual foi meu pai, e eu nunca tinha participado, e também não tinha serviço público relevantes em grandes escalas prestados”, revelou o deputado. Rogerinho como é conhecido, demostrou entender que muitos dos seus votos vieram devido ao prestigio político conquistado ao longo do tempo pelo seu pai Rogério Andrade (PSD), prefeito de Santo Antônio de Jesus, que ocupou o cargo de deputado estadual,  “você ver em um cargo legislativo, que tem uma votação muito pulverizada, você transferir 86 mil votos a um rapaz jovem de 21 anos isso é fruto prestigio político do meu pai que hoje é o prefeito de Santo Antônio de Jesus por conta dos trabalhos prestados”, salientou. 

ESCOLHA: O deputado disse que sempre foi muito firme em relação a sua escolha por galgar uma vaga na AL-BA, e que inclusive teve que convencer seu pai sobre a indicação de seu nome,  e que chegou a pedir apoio de seu avô, Aloísio Medrado,  ex-deputado e ex-prefeito de Elísio Medrado, a convencer Rogério Andrade a aceitar a proposta do filho,  “ele falava comigo que não queria que eu fosse candidato, e eu insistia, e eu ligava pra meu avô Aloísio e ele falava ‘rapaz deixe o menino, o menino quer dar seguimento ao trabalho. Eu pedi muito

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