O ex-ministro Geddel Vieira Lima (MDB) e seu irmão Lúcio Vieira Lima (MDB) ficaram em silêncio durante depoimento na tarde desta quarta-feira (31) em processo que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF) e investiga a associação dos irmãos aos crimes de lavagem de dinheiro no episódio do “bunker” que escondia R$ 51 milhões em Salvador. Para o procurador Hebert Reis Mesquita, que acompanhou a audiência, a iniciativa visa atrasar o processo, que tramita no Supremo por causa do foro privilegiado de Lúcio como deputado federal. Como ele não foi reeleito, quando deixar o cargo o processo será remetido para a primeira instância. Segundo o procurador, a defesa dos políticos tem feito pedidos, como uma perícia, que atrasam a conclusão do caso. “Eles estão trabalhando muito para atrasar o processo”, disse Mesquita a jornalistas depois da audiência. “Estão dizendo olha



