Exames toxicológicos feitos no corpo de Liam Payne, cantor que fazia parte da banda One Direction, mostraram que o artista tinha no momento da morte uma combinação de benzodiazepínicos (medicamento para a ansiedade), cocaína, crack e a chamada cocaína rosa.
As informações foram obtidas pela rede americana ABC News nesta segunda (21).
Dentre as substâncias encontradas, a menos conhecida no Brasil é a cocaína rosa. Esse coquetel de drogas raramente possui cocaína na composição, sendo uma mistura de cetamina, algum estimulante (geralmente cafeína ecstasy) e adoçantes que garantem a coloração.
Também conhecida como tusi (ou tuci), ela tem feito sucesso na Colômbia e Europa.
O alucinógeno foi sintetizado pela primeira vez na década de 70 nos EUA e proibido mundialmente desde 2001.
Segundo o El País, tanto grupos criminosos quanto amadores têm facilidade de fabricar o tusi e, por isso, não há receita única da droga. É comum cada produtor adicionar o seu “toque secreto”, que geralmente inclui opioides, metanfetamina, benzodiazepínicos e, em alguns casos, alucinógenos como LSD e mescalina, e até fentanil —um potente anestésico que, quando misturado com álcool, pode ser fatal.
Já o efeito varia, podendo ser maisdissociativos quando contém cetamina, ou mais estimulantes, se contém ecstasy e/ou cafeína.
Os sintomas são sonolência, diminuição da dor, liberação de serotonina, dopamina e noradrenalina. Em casos extremos, podem ocorrer psicose tóxica, episódios psicóticos e neurotoxicidade em processos cognitivos como atenção e memória.
Cocaína rosa seria uma das drogas favoritas de Diddy para suas orgias violentas, segundo NBC. O estimulante costuma ser usado antes de relações sexuais.
O rapper está preso em Nova York acusado de tráfico sexual e de drogas, estupro, além de conspiração, entre outros crimes.





