Depois do Studio Ghibli, a Turma da Mônica se tornou alvo de imagens geradas por inteligência artificial, utilizando ferramentas como o ChatGPT. Diante disso, a MSP Estúdios, responsável pelos personagens, anunciou que tomará medidas a respeito.
Em uma nota, a empresa destacou que “o uso de qualquer elemento relacionado aos personagens está protegido por leis de direito autoral e propriedade intelectual”. A MSP reforçou que não autoriza a criação de conteúdos que violem esses direitos, nem associações com discursos de ódio, desinformação ou práticas contrárias aos valores da empresa.
A MSP Estúdios também lembrou seu compromisso com a ética e a cultura, afirmando que, ao longo de mais de 60 anos, sempre defendeu esses princípios e continuará a agir sempre que forem desrespeitados. A empresa reconhece o valor da inteligência artificial como ferramenta de inovação, mas acredita que ela deve ser usada como apoio à criação artística, e não como substituta.
Por fim, a MSP ressaltou que, ao tentar reproduzir o estilo da Turma da Mônica, “a IA apenas reflete de forma limitada uma linguagem visual única, criada ao longo de décadas pelos artistas da MSP. Esse estilo carrega narrativas, emoções e a sensibilidade humana, elementos que nenhum algoritmo consegue replicar completamente”.


