Uma corrente de auxiliares de Jair Bolsonaro (PL) tenta evitar segundo a coluna Radar, que o presidente enverede pela estratégia de deslegitimar as eleições de outubro com acusações de fraudes nas urnas eleitorais.
Para essa ala moderada, as pesquisas mostram que o presidente tem potencial para reduzir sua impopularidade e crescer na corrida eleitoral contra Lula. Para vencer, no entanto, Bolsonaro teria que moderar o discurso contra a Justiça e focar sua artilharia no passado de corrupção petista.
Nessa estratégia, segundo aliados de Bolsonaro, não há espaço para um vice militar como o ministro da Defesa, Walter Braga Netto, associado ao trabalho recente dos militares no TSE sobre a confiabilidade das urnas.
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Bolsonaro, como se sabe, tende a escolher o general da reserva, mas os aliados vão tentar até o último instante convencer o presidente a optar por um nome do Nordeste como o do sanfoneiro Gilson Machado. (VEJA)





