Caixão não cabe em gaveta e sepultamento atrasa mais de duas horas no RS

Família de homem de 33 anos, vítima de Covid-19, enfrentou constrangimento após o caixão não caber no espaço reservado no cemitério municipal

Foto: Reprodução

O sepultamento de Nicolau Adams Pivotto, de 33 anos, atrasou mais de duas horas neste domingo (2) no Cemitério Municipal de Novo Hamburgo, na Região Metropolitana de Porto Alegre. O motivo foi que o caixão não cabia na gaveta destinada ao sepultamento.

A vítima, que pesava 180 kg, morreu por complicações da Covid-19 após 12 dias internado em Caxias do Sul. Segundo familiares, a funerária contratada havia assegurado que o cemitério possuía gavetas especiais para caixões maiores, o que não se confirmou no momento do enterro.

Após várias tentativas frustradas e diante da falta de apoio imediato da administração do cemitério, o sepultamento só foi possível depois que uma vaga no solo foi disponibilizada.

Em nota, a Prefeitura de Novo Hamburgo informou que o caso será avaliado e que pretende discutir a criação de espaços adequados para o sepultamento de pessoas com caixões de tamanhos maiores.

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