Últimas Notícias sobre CIÊNCIA

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Anfetaminas de prescrição, como a dexanfetamina e os sais mistos de anfetaminas, são substâncias que oferecem melhor retorno no tratamento de pacientes com dependência de cocaína. A descoberta consta de uma análise assinada por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), da Universidade de Columbia e do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) e foi publicada na revista científica Psychopharmacology.

Foto: Cientistas desenvolvem exame capaz de detectar 5 tipos de câncer de forma precoce

Pesquisadores da China e dos Estados Unidos desenvolveram um novo exame de sangue capaz de detectar cinco tipos de câncer de forma precoce. O estudo foi publicado na revista “Nature Communications”, do grupo “Nature”, um dos mais importantes do mundo, na última terça-feira (21). Os cientistas alertam que o teste não funciona para prever quem terá ou não câncer. O exame identifica quem já têm algum tipo de tumor, mas continua assintomático para os métodos de detecção atuais.

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Projeto busca responder questões como o porquê de diferentes pacientes desenvolverem sintomas mais graves que outros e o nível de contágio do vírus

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Pesquisadores do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP), em parceria com cientistas das universidades de Harvard e de Buenos Aires, conseguiram desvendar e bloquear a ação do vírus zika em camundongos, evitando a microcefalia em seus fetos. O trabalho, que contou com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), foi publicado na revista Nature Neuroscience.

Enfermeira coleta material para teste de anticorpos para o novo coronavírus, também chamado de teste sorológico, na terça-feira (16) — Foto: Vitória McNamee / Getty Images / AFP

A imunidade baseada em anticorpos, adquirida após a cura da Covid-19, desaparece em alguns meses, de acordo com um novo estudo divulgado nesta segunda-feira (13). Mesmo que não seja a única forma de o corpo se proteger contra a doença, isso poderia complicar o desenvolvimento de uma vacina eficaz de longo prazo, alertam os cientistas.

Caso brasileiro foi apresentado como possivelmente o primeiro a mostrar remissão do HIV a longo prazo após tratamento medicamentoso, e não com transplante de medula Foto: Getty Images / BBC News Brasil

O caso de um homem brasileiro de 35 anos que está há mais de 57 semanas sem sinais do vírus do HIV no corpo — com o qual fora diagnosticado em 2012 — após receber tratamento em um estudo da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) é um dos destaques da 23ª Conferência Internacional da Aids, realizada ao longo desta semana online.

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou a pandemia do novo coronavírus em março de 2020. Quatro meses se passaram e apesar das inúmeras pesquisas, muitas questões ainda continuam em aberto – o que dificulta a criação de estratégias para lidar com o vírus.

Dr. Marcos Cerqueira, cardiologista de Santo Antônio de Jesus/Foto: Voz da Bahia

O Voz da Bahia entrevistou na terça-feira (30), o anestesista Dr. Eliomar Andrade da Silva, onde o mesmo defendeu o uso da Ivermectina contra a prevenção do novo coronavírus (clique e veja). Na ocasião, o promotor de Justiça, Dr. Julimar Barreto também ressaltou às medidas contra o coronavírus, e concordou com a fala do médico (veja mais). Já o cardiologista, Dr. Marcos Cerqueira, do Centro Médico IMDI Cardiocenter, se colocou contrário ao uso do medicamento.

O anestesista Eliomar Andrade / Imagem: Voz da Bahia

O anestesista Dr. Eliomar Andrade da Silva defendeu o uso de medicamento ainda em estudo, a Ivermectina contra a prevenção do novo coronavírus na Live do Voz da Bahia no Programa Meio-Dia e Meia desta terça-feira (30). Segundo o anestesista, o polêmico medicamento ainda em estudo não é uma novidade, porém para ele, nem todos têm conhecimento necessário.

Anticorpos para o novo coronavírus podem desaparecer em até três meses para pacientes assintomáticos (Imagem: reprodução/ Getty Images)

Desde o começo da pandemia do novo coronavírus (SARS-CoV-2), pesquisadores e cientistas têm se perguntado se todos os pacientes da COVID-19 produzem anticorpos contra o vírus e por quanto tempo essa proteção duraria no organismo. Agora, um estudo recém-publicado aponta que os anticorpos podem durar por apenas dois ou três meses após a infecção, especialmente entre os pacientes que não apresentavam sintomas.

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