Corretores contratados para avaliar as redações do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2022 acusam a Fundação Getúlio Vargas (FGV), responsável por mediar a contratação dos profissionais, sob a supervisão do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), de não realizar o pagamento dos serviços prestados.
A remuneração estava prevista para ser debitada em 30 de março.
De acordo com avaliadores baianos, mesmo com insistentes tentativas de contato por e-mail e telefone, os profissionais não conseguem retorno da instituição referente ao pagamento. O mesmo problema ocorre, segundo esses evaliadores baianos, em todo o país, como registrado em produções jornalísticas nacionais .
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As críticas dos corretores acontecem, sobretudo, nas redes sociais. Eles cobram um posicionamento da FGV sobre o problema, mas desde então acumulam frustrações, sem qualquer tipo de resposta da instituição. (ba)





