Reprodução: Arquivo Pessoal
Acusado de fraude fiscal e de uso de dinheiro da empresa em benefício próprio, o ex-presidente da Renault-Nissa-Mistubishi, Carlos Ghson, deixou a prisão em Tóquio, Japão, nesta quarta-feira (6). O empresário brasileiro pagou 1 bilhão de ienes de fiança, o equivalente a R$ 33,8 milhões, e agora pode aguardar pelo julgamento em liberdade no Japão. O tribunal estabeleceu algumas regras para que ele pudesse ser solto, como não sair do país, ser vigiado por câmeras em sua residência, não poder usar a internet e só receber visitas monitoradas. Ghosn deixou a Casa de Detenção do bairro de Kozuge às 4h34, horário de Brasília. Segundo o G1, o local estava cercado de jornalistas à espera da sua liberação.
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