Pastora da Palavra Viva aponta que projeto da igreja para crianças carentes não tem apoio da prefeitura de S. A. de Jesus

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Foto: Voz da Bahia

Na tarde desta quarta-feira (20), o Voz da Bahia entrevistou no programa “Meio-Dia e Meia”, a pastora Rita Gomes da igreja Batista Palavra Viva de Santo Antônio de Jesus, que entre vários assuntos abordados falou a respeito do evento promovido pela igreja, com o tema: A Nação de Israel e sua Contribuição para a Humanidade que acontecerá no dia 30 de novembro na comunidade religiosa, através da Universidade da Criança e Faculdade de Teologia Esutes.

PROJETO SOCIAL UNIVERSIDADE DA CRIANÇA:

Inicialmente, Rita explicou como funciona a Universidade, que é um projeto social mantido apenas pela Igreja Batista Palavra Viva, que acolhe famílias santoantonienses, “primeiro temos que falar sobre a Universidade da Criança, que é um projeto social da igreja Palavra Viva. Esse projeto já tem 5 anos que atende crianças de 3 a 7 anos em estado de vulnerabilidade, este e um projeto social que atende no total 109 crianças, que são assistidas com educação de qualidade e com princípios. Fornecemos merenda escolar que é assistida por uma nutricionista, a Maria Inês Rosa Dantas. Além disto, temos assistência social, coordenação pedagógica, um trabalho de odontologia e médicos que dão assistência, cuidamos das famílias, damos cursos profissionalizantes as mães. É um projeto mantido apenas pela Igreja Batista Palavra Viva e alguns parceiros. Eu gosto de frisar isto, pois não temos nenhuma ajuda do Governo do Estado, nem da prefeitura municipal”, declarou.

Feira do Conhecimento: A nação de Israel e sua contribuição para a humanidade

A pastora voltou a comentar sobre o evento Feira do Conhecimento, que terá palestras de discentes do curso de teologia da Faculdade Esutes, além de trabalhos de conscientização realizada pela Universidade da Criança em relação ao povo judeu e as contribuições de Israel em todo o mundo, “no próximo sábado, dia 30 de novembro, aproveitaremos nossa Festa de Tabernáculo (“festa da colheita”) para fazer também nossa Feira do Conhecimento. Uma das ferramentas da educação por princípios. Estamos trabalhando com o tema das contribuições de Israel para as nações. Esse é um trabalho em conjunto com a Esutes entre a Igreja Palavra Viva. Existe uma coisa que as pessoas esqueceram na humanidade, que é a questão do que os Judeus sofreram. Eles foram perseguidos, depois da Primeira Guerra mundial, onde eles foram taxados de responsáveis pela Alemanha a perder a guerra; na Segunda Guerra houve aquele massacre de mais de 6 milhões de judeus foram mortos em campos de concentração. Vamos trabalhar com isso, reavivando, porque o antissemitismo está sendo propagado nas escolas e universidades. O Brasil também precisa lembrar, em 14 de maio de 1948, quando foi criado um Novo Estado de Israel, quem estava presidindo a ONU foi um brasileiro chamado Osvaldo Aranha. Nossas crianças estão aprendendo sobre a origem desse povo e sobre a participação do Brasil sobre esse novo estado e as contribuições que esse povo tem dado a humanidade”, pontuou.

Reportagem: Voz da Bahia

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