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Patrocinadora das equipes nacionais de vôlei adulto na Itália, a marca de água mineral Uliveto foi acusada de racismo, via redes sociais, neste fim de semana. O motivo é uma foto publicada em diversos jornais locais, como o “La Repubblica”. Na arte, que celebra a medalha de prata conquistada pelo time feminino no Campeonato Mundial do Japão, após derrota para a Sérvia, no último domingo, por 3 sets a 2, estariam “escondidas” as jogadoras Paola Egonu e Miriam Sylla, ambas negras. Nascidas na Itália, Egonu e Sylla são, respectivamente, filhas de nigerianos e marfinenses. A primeira, aos 19 anos, foi a maior pontuadora do torneio, eleita a melhor oposto da competição e já é considerada uma das maiores promessas dos últimos tempos no esporte. Sylla, que se consolidou como titular da equipe pouco antes do Mundial, foi escalada para a seleção do torneio como uma das melhores ponteiras. Após a hashtag #Uliveto passar o domingo entre os trending topics do Twitter, a patrocinadora se manifestou através de nota divulgada em suas redes: “A Uliveto acompanhou de forma entusiasmada a aventura de todos os nossos jogadores de vôlei, sem qualquer disntinção. Toda forma de discriminação nos é estranha e nosso apoio é demonstrado por várias fotos publicadas nas redes sociais. Portanto, nos posicionamos contra qualquer insinuação de postura diferenciada a atletas que têm o mesmo grande mérito: fazerem parte de uma equipe fantástica!” (Ibahia)
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