Foto: Tiago Caldas | Ag. ATarde
Dizem que no Brasil acaba uma eleição já começa a se discutir a seguinte, que vem, conforme a regra eleitoral em vigor, sempre dois anos depois. E 2018 confirma a tradição e nos quatro cantos da Bahia 2020 já está em pauta. Se assim o é, e Salvador, a capital, a quantas anda para a sucessão de ACM Neto? É cedo, óbvio, mas, a depender do ponto de vista, nem tanto. Já se tem como certo que Neto já botou o pé na estrada ungindo Bruno Reis (DEM), o vice. Ele passou a assumir o controle de todas as secretarias da área social e admite que o projeto é mesmo esse, o da candidatura a prefeito em 2020, motivo, aliás, que o levou a pular fora da chapa de Zé Ronaldo, quando foi cogitado.
Boa briga: Na banda de Rui Costa, nada se fala em termos de nomes, e essa é a grande interrogação: quem será o adversário de Bruno? Diz o deputado Rosemberg Pinto (PT) que pessoalmente advoga o entendimento entre as forças governistas, levando em conta que 2018 ficou muito marcado pelo antipetismo. – Não há dificuldades, já que em 2014 apoiamos Alice Portugal, que é do PCdoB. Certo é que o duelo em Salvador promete. Em 2016, candidato a reeleição, Neto teve 73,99% dos votos contra 14,55% de Alice, mas este ano Rui Costa teve em Salvador 72,23% contra 23,62% de Zé Ronaldo. Há muita água para rolar até lá, mas as que já rolaram indicam uma boa briga.
Rui dá ordem unida na Alba: Antes de embarcar para a China, Rui Costa se reuniu com aliados, inclusive deputados estaduais, e pediu que o pessoal ‘baixe a guarda’ sobre as discussões em torno da disputa da presidência, até ele voltar. Na Assembleia hoje há quatro postulantes declarados: Adolfo Menezes (PSD), Rosemberg Pinto (PT), Alex Lima (PSD) e Nelson Leal (PP). Além da Alba, Rui também vai discutir a formação do novo governo na volta.
Novo status para a ponte: Governistas na Assembleia dizem que definitivamente a ideia da construção da ponte Salvador-Itaparica mudou de status no senso comum dos baianos. Antes



