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BA: cidades em situação de emergência gastam R$ 14 milhões para pagar cachês de artistas no São João
Três cidades do interior da Bahia que estão em situação de emergência devido à estiagem aparecem entre as que mais gastaram dinheiro na contratação de artistas para o São João 2025. De acordo com o que foi divulgado pelo Painel do Ministério Público estadual, Senhor do Bonfim, no norte do Estado, Quijingue, no nordeste, e Tucano, a 268 km de Salvador, destinaram, juntos, R$ 14,8 milhões para bancar cachês de artistas da música nacional.
Neste ano de 2024 o forró está em alta, mas como nos últimos anos segue dando espaço para outros ritmos se apresentarem no estado durante o período junino, incluindo cantores que valem milhares de reais, literalmente.
As tradicionais festas juninas que acontecem na Bahia de norte a sul, leste a oeste do estado, costumam movimentar a economia local nos festejos para comemorar os dias que antecedem e se sucedem as datas que comemoram os santos mais famosos do mês: Santo Antônio, São João e São Pedro. É momento então, de prefeituras municipais abrirem o bolso e despejarem um bom dinheiro na contratação de atrações famosas para atrair turistas para as suas cidades e fazer com que o capital movimentado na festa, de alguma forma, se reverta em ganhos para a população, com o aumento das trocas comerciais no período.
Com um novo round na guerra entre Zezé Di Camargo e Zilu, sua ex-mulher, o patrimônio de R$ 65 milhões que o sertanejo tinha em 2017 (ano do último acordo) volta a ser notícia. Só em empresas, ele e Zilu são sócios com capital social de R$ 57 milhões, que inclui empresas artísticas e construtoras em São Paulo e no Rio Grande do Norte.
