Últimas Notícias sobre Carlos Marighella

Foto: Acervo Família Rubens Paiva/Divulgação

Familiares de vítimas da ditadura militar receberam, nesta quarta-feira (8), certidões de óbito retificadas que reconhecem a responsabilidade do Estado brasileiro pelas mortes ocorridas durante o regime instaurado em 1964. Os novos documentos passam a registrar a causa como “morte não natural, violenta, causada pelo Estado”.

A casa onde o político e guerrilheiro Carlos Marighella viveu com sua companheira, Clara Charf, no bairro de Nazaré, em Salvador, será transformada na sede do Instituto Carlos Marighella. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (4), em um ato em homenagem ao líder da luta armada contra a ditadura militar, realizado no endereço em que ele foi assassinado, na Alameda Casa Branca, região central de São Paulo.

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