Últimas Notícias sobre carteira assinada
Santo Antônio de Jesus gerou 237 empregos com carteira assinada nos primeiros dois meses de 2022
A Prefeitura Municipal de Santo Antônio de Jesus, divulgou na manhã desta quarta-feira (30), em evento na praça Padre Mateus, que contou com a presença do prefeito, Genival Deolino, do vice-prefeito, Careca, do secretário de desenvolvimento, Marcelo Barreto, de representantes das entidades empresariais e da gestão executiva municipal, dados do CAGED, demonstrando que o ritmo de geração de empregos em 2022 continua em uma tendência de alta, mostrando um crescimento socioeconômico acima da média em relação a Bahia e ao Brasil.
Mais da metade de negras e negros baianos trabalham sem carteira assinada, aponta Dieese
Mais da metade de negras e negros baianos trabalham sem carteira assinada, como aponta um balanço do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). A pesquisa, chamada “A inserção da população negra e o mercado de trabalho” foi divulgada nesta sexta-feira (19).
A economia brasileira gerou 280.666 empregos com carteira assinada em maio, de acordo com informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta quinta-feira (1) pelo Ministério da Economia.
Apesar do agravamento da pandemia do novo coronavírus, a economia baiana segue criando empregos com carteira assinada. Em março, foram gerados, em todo o estado, 9.820 novos postos formais. Essa é a diferença entre as contratações, que somaram 57.868 no mês passado, e as demissões, que totalizaram 48.048. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta quarta-feira (28) pelo Ministério da Economia.
Bahia é 6º estado do país com mais empregos formais em fevereiro; SAJ gera 214 posto de trabalho com carteira assinada
A Bahia gerou 18.993 postos de trabalho com carteira assinada em fevereiro, o que coloca o estado na sexta colocação no quesito na comparação com outras unidades da federação. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), da Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia, divulgados nesta terça-feira (30) e sistematizados pela … continue
As empregadas domésticas estão mais velhas, mais escolarizadas e menos protegidas, informa reportagem do jornal O Globo. Segundo a publicação, estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) que traçou o perfil dessas trabalhadoras mostra que a formalização ficou em 28,6% no ano passado, o menor nível desde 2013.
O número de empregados com carteira assinada na Bahia teve leve recuo no 3º semestre em 2019 em comparação ao ano anterior. A soma de empregados no setor privado (exceto empregados domésticos) foi de 1,454 milhão de pessoas, sendo o menor contingente para um 3º trimestre e segundo menor contingente, considerando todos os meses da série histórica da PNAD Contínua desde 2012.
O setor de Serviços liderou a geração de empregos formais na Bahia em 2018. De acordo com a Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), do Ministério da Economia, o segmento foi responsável por 30.557 novos postos de trabalho.
A taxa de desocupação no Brasil ficou em 11,8% no trimestre encerrado em agosto, de acordo com os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados nesta sexta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)
Pelo quarto mês consecutivo, houve geração de emprego formal no país, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados hoje (23), pelo Ministério da Economia. Em julho, foi registrada a abertura de 43.820 vagas de trabalho com carteira assinada, crescimento de 0,11% em relação ao estoque de junho.
