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Presidente do Equador propõe castração química para estupradores após caso envolvendo deputado
O presidente do Equador, Daniel Noboa, anunciou nesta sexta-feira (11) o envio de uma proposta de reforma constitucional à Assembleia Nacional que prevê a castração química como punição para condenados por estupro. A iniciativa surgiu em meio à repercussão do caso do deputado Santiago Díaz Asque, acusado de abuso sexual contra uma menina de 12 anos.dde
Indonésia aprova nova lei e abusadores de crianças serão submetidos à castração química. A medida foi assinada pelo presidente do país, Joko Widodo.
Um cidadão indonésio será o primeiro em seu país a ser condenado à castração química depois de ter sido considerado culpado do estupro de nove meninas. Os crimes teriam acontecido entre 2015 e 2018, em Mojokerto.
O Alabama está se preparando para tornar obrigatória a castração química antes da libertação de pessoas condenadas por pedofilia, uma medida controversa, que já está vigente em outros estados americanos. O Parlamento de Alabama, no sul do país, aprovou uma lei que exige que todos os presos maiores de 21 anos condenados por agressão sexual a menores de 13 anos tomem medicamentos que diminuam seus níveis de testosterona, antes de saírem em liberdade. Este tratamento, que afeta a libido, terá de continuar até que um tribunal determine que “já não é necessário”.
A ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, afirmou que a castração química para estupradores não resolve o problema de abusos sexuais praticados contra crianças e adolescentes. O método, no entanto, é defendido pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL), autor de um projeto de lei sobre o tema à época em que era deputado federal.
