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Não é incomum que pessoas solteiras sejam retratadas em filmes e séries como “a mulher dos gatos” ou como aquele amigo “segura vela”, que está sempre na companhia de um casal. Para além desses estereótipos, uma pesquisa avaliou que existem traços de personalidade que, de fato, definem características de solteiros crônicos.

Family conflict, quarrel, misunderstanding. The woman shouts at her husband, in despair, crying. requires explanation. The man listens, covering his face with his hands. Sitting on the couch at home.

O fim do ano é tradicionalmente uma época em que casais celebram juntos, trocam presentes e passam tempo com as famílias. No entanto, uma nova tendência de namoro tem ganhado destaque: o “scrooging”. O termo, inspirado no personagem Ebenezer Scrooge, do livro Um Conto de Natal, descreve a prática de terminar relacionamentos antes das festas de fim de ano, principalmente para evitar a obrigação de comprar presentes e lidar com as expectativas financeiras dessa época.

Na reta final do ano, é comum rolarem as festas de confraternização da firma — seja em um grande evento com toda a empresa, seja em um happy hour com colegas e chefes da área. A ideia é aproveitar o momento e descontrair após um ano de intenso trabalho. Apesar disso, algumas pessoas se empolgam e curtem “além da conta”.

Existe uma fórmula para superar o término de um relacionamento? Apesar de cada pessoa viver a experiência de uma forma diferente, muitas delas acabam recaindo no famoso “remember” e transando com o ex, mesmo depois do fim da relação.

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Perdoar ou não uma traição em relacionamentos amorosos é um tema que gera polêmica. Alguns parceiros optam por ter uma postura mais flexível e “deixam passar”, enquanto outros preferem terminar de vez a relação. Ao menos no que depender de uma pesquisa recente, os brasileiros se encaixam no primeiro grupo.

A amizade colorida, vez ou outra, volta a ser pauta. Não são raras as pessoas que já sentiram vontade de beijar aquele amigo (ou amiga), mas se conteve com medo de isso atrapalhar a relação.

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

Se sentir amado (a) é o desejo de muitas pessoas. Porém, nem todo mundo anda satisfeito nesse quesito. Isso porque, resultados recentes da pesquisa Global Happiness 2024, conduzida pelo Instituto Ipsos, apontam que os brasileiros estão entre os que menos se sentem amados.

Muito se especula acerca dos fatores que, de fato, levam uma pessoa a trair. Desejos sexuais, caráter, personalidade e até signo estão entre as justificativas associadas ao perfil dos infiéis. Mas, o que a ciência diz sobre isso? De acordo com estudos realizados com base no comportamento de pessoas que costumam praticar a traição em uma relação conjugal, três perfis estão mais propensos à infidelidade.

Um estudo recente publicado na Sociology of Religion analisou como os ideais conservadores sobre pureza sexual, comuns em muitas vertentes religiosas, afetam a sexualidade das mulheres. A pesquisa, conduzida por cientistas de universidades canadenses, revela que mulheres que seguem esses princípios, muitas vezes vinculados à cultura cristã da “pureza”, apresentam níveis mais altos de dor sexual e menor satisfação conjugal. Os ensinamentos que associam o sexo ao pecado ou à transgressão espiritual contribuem para um estresse emocional significativo, resultando em disfunções físicas e psicológicas, como distúrbios de dor sexual.

Nos últimos anos, a sexualidade, de modo geral, tem ganhado espaço nas discussões sobre saúde e bem-estar. Com o aumento da expectativa de vida e a mudança nas dinâmicas sociais, cada vez mais pessoas maduras buscam uma vida sexual ativa. No entanto, essa busca não vem sem desafios.

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