Últimas Notícias sobre Econômia
Os cortes de impostos e as variações do custo do petróleo no mercado internacional provocaram uma forte queda nos preços da gasolina e do diesel no Brasil – a tal ponto que, hoje, esses combustíveis são vendidos aqui mais baratos que no mercado internacional. Mas o mesmo efeito não aconteceu no gás de cozinha. Mesmo com reduções recentes anunciadas pela Petrobras no preço do produto, o botijão custa hoje no Brasil 25% mais que no mercado internacional.
O número de famílias endividadas atingiu 79,3% do total de lares no país em setembro, segundo dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulgadas nesta segunda-feira (10). Houve uma alta de 0,3% em setembro em comparação com agosto no número de devedores e um aumento de 5,3% no período de um ano.
O Índice de Confiança da Indústria (ICI), calculado pelo Instituto Brasileiro de Economia, da Fundação Getulio Vargas (FGV/IBRE), recuou 0,8 ponto em setembro e alcançou 99,5 pontos, mas nas médias móveis trimestrais a queda ficou em 0,6 ponto. O indicador mostrou ainda, que, em setembro, 11 dos 19 segmentos industriais monitorados pela sondagem registraram retração.
Seguindo a tendência da média do pais, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) também foi deflacionário na Região Metropolitana de Salvador em setembro. O indicador, que reflete preços coletados entre 13 de agosto e 14 de setembro, registrou -0,17% no balanço divulgado nesta terça-feira (27), ante uma queda maior (-0,37%).
No cotidiano de quem trabalha com o comércio, as datas comemorativas são oportunidades para alavancar as vendas e conquistar clientes. Neste segundo semestre, um dos grandes eventos que movimenta a economia é o Dia das Crianças.
O segundo trimestre deste ano voltou a registrar aumento na produtividade do trabalho na indústria de transformação brasileira. Segundo a Confederação Nacional da Indústria, a proporção entre o volume produzido e as horas trabalhadas subiu 2,3% no período, a primeira melhoria desde o terceiro trimestre de 2020. O levantamento considera o comparativo com o período imediatamente anterior.
O Brasil ocupa a 32.ª posição num ranking de crescimento econômico de 50 países nos últimos três anos. Entre 2019 e 2021, o Produto Interno Brasileiro (PIB) cresceu 0,59% ao ano, ante média mundial de 1,54%, de acordo com cálculos do economista Sergio Gobetti, feitos a pedido do jornal O Estado de S. Paulo, a partir de dados do Fundo Monetário Internacional (FMI).
O Ministério da Economia vai elevar a projeção oficial de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) em 2022 de 2% para 2,7%, de acordo com pessoas do governo ouvidas pela Folha. Para 2023, a estimativa deve ser mantida em alta de 2,5%.
O volume de vendas do comércio varejista no país recuou 0,8% em julho, na comparação com junho, registrando o terceiro mês consecutivo de taxa negativa. No acumulado do ano, o varejo registra variação de 0,4% e, nos últimos 12 meses, o setor tem queda de 1,8%.
A crise econômica enfrentada pela Argentina abriu uma oportunidade para turistas do Brasil visitarem os hermanos por conta na queda dos valores do Peso.



