Últimas Notícias sobre escolas cívico-militares
Primeira cidade da Bahia a receber uma unidade escolar cívico-militar, Feira de Santana deverá se candidatar para receber mais duas escolas deste formato de ensino. A gestão municipal apresentou nesta sexta-feira (5), os documentos para uma nova adesão ao Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares (PECIM), do Ministério da Educação.
Escolas cívico-militares do governo Bolsonaro terão veto a celular, ‘rondas’ e regras para cabelos
As escolas cívico-militares do governo do presidente Jair Bolsonaro terão “rondas” para monitorar os alunos, veto a uso de celular e regras específicas de corte de cabelo dos estudantes.
Uma das principais bandeiras do Ministério da Educação (MEC) no governo do presidente Jair Bolsonaro, o programa de implantação de escolas cívico-militares vai dedicar um tempo semanal nas unidades para aulas de “desenvolvimento de valores e atitudes”.
O município de Feira de Santana, a cerca de 100 km de Salvador, é a única cidade baiana contemplada no programa de escolas cívico-militares do Ministério da Educação (MEC) em parceria com o da Defesa. O resultado das 38 escolas estaduais e 16 municipais selecionadas para a iniciativa foi divulgado ontem (21).
Não houve adesão das escolas estaduais da Bahia ao modelo de escola cívico-militar proposto pelo governo federal, de acordo com nota da Secretaria da Educação do Estado da Bahia (SEC) ao Metro1. Termina hoje (27) o prazo para que os estados manifestem interesse em aderir, já em 2020, ao modelo de ensino. O processo de adesão é voluntário e são os estados que definem quais as escolas que devem fazer parte do programa.
O presidente Jair Bolsonaro deve assinar até o final desta semana Medida Provisória (MP) para criar a carteira digital de estudantes, batizada de MP da Liberdade Estudantil, além de editar decreto para regulamentar adesão de escolas cívico-militares.
O Ministério da Educação (MEC) lançou hoje (11) uma “carta-compromisso” com objetivos para a educação básica até 2022, além de uma meta-geral para os próximos 12 anos. O texto, chamado de “Compromisso Nacional pela Educação Básica”, deverá ser usado como um plano estratégico para as políticas da pasta, e foi apresentado pela manhã, em Brasília.
