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A Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias (Conitec) emitiu parecer contrário à inclusão dos medicamentos à base de semaglutida (Wegovy/Ozempic) e liraglutida (Saxenda) no Sistema Único de Saúde (SUS). A decisão se baseou principalmente no elevado custo das medicações, que podem chegar a R$ 1 mil por caneta aplicadora.

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A partir da próxima segunda-feira (4), entram no mercado brasileiro os primeiros medicamentos injetáveis contra diabetes tipo 2 e obesidade com produção 100% nacional. As canetas Olire e Lirux, da farmacêutica EMS, serão comercializadas inicialmente em farmácias das regiões Sul e Sudeste.

A Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) emitiu parecer preliminar contrário à inclusão dos medicamentos Wegovy (semaglutida) e Saxenda (liraglutida) no SUS para o tratamento da obesidade. A decisão foi tomada em reunião realizada no dia 8 de maio, cujo vídeo foi divulgado apenas nesta terça-feira (13) no canal oficial da comissão.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou nesta segunda-feira (23) a produção de dois medicamentos à base de liraglutida pela farmacêutica EMS. Publicada no Diário Oficial, a liberação permite a fabricação do Lirux, voltado ao tratamento do diabetes, e do Olire, indicado para combater a obesidade. A comercialização dos produtos está prevista para começar em 2025.

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