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Foto: Divulgação/Agência Brasil
Um estudo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) revelou que uma parte significativa das anomalias congênitas registradas no Brasil entre 2012 e 2020 poderia ter sido evitada por meio do fortalecimento de políticas públicas voltadas à saúde materna e à redução das desigualdades sociais. A pesquisa analisou cerca de 26 milhões de nascimentos no período, dos quais aproximadamente 144 mil apresentaram algum tipo de anomalia congênita.
