Últimas Notícias sobre TECNOLOGIA

Foto: © Reuters / Stephen Lam

O vice-presidente de engenharia, segurança e privacidade do Facebook, Pedro Canahuati, informou na tarde desta quinta-feira, 21, que, em janeiro, a companhia descobriu que senhas de milhões de usuários foram armazenadas em “formato legível” no sistema interno de armazenamento de dados da empresa, tendo em vista que o sistema é projetado “para sempre mascarar as senhas, usando técnicas que as tornam ilegíveis”. Canahuati afirmou, ainda, que a questão foi resolvida, mas enfatizou que, por precaução, os usuários que tiveram o armazenamento da senha alterado serão notificados.

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A Avira, fornecedora de soluções antivírus distribuídas no Brasil pela Nodes Tecnologia, identificou que pelo menos um entre quatro dos roteadores domésticos estão vulneráveis a invasões cibernéticas e que cada um deles pode ter mais de 6 portas abertas para possíveis ataques. As portas de roteador abertas são apenas um dos problemas de segurança nas residências inteligentes atuais. Embora os dispositivos IoT tenham muitos recursos, esses novos dispositivos trazem uma série de problemas de segurança e privacidade incorporados e habilitados pelo próprio proprietário.

Foto: TecMundo

Atualmente, se você muda o seu nome de usuário do Instagram, qualquer pessoa pode usá-lo na sequência sem qualquer problema — qualquer pessoa ou bot, é bom deixar claro. Tentando evitar que bots assumam um nome real e, com isso, possam confundir demais usuários ou espalhar conteúdo malicioso, a rede social passará a bloquear nomes antigos por 14 dias. Ao menos é isso que a programadora Jane Manchun Wong encontrou escondido nos códigos do app da rede social. Lá, é possível ler o seguinte texto:

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OInstagram quer permitir ao usuário fazer compras diretamente a partir do aplicativo, tendo lançado para isso a opção ‘Checkout’. De momento, a funcionalidade só está disponível para os utilizadores nos EUA e apenas para 23 marcas, sendo no entanto bastante provável que em breve esteja disponível para muitas outras. Vale lembrar que os utilizadores já podiam dar … continue

Foto: DR

A partilha de fake news e a disseminação de desinformação no WhatsApp levou os responsáveis pelo aplicativo de mensagens a introduzirem algumas ferramentas para colocar um travão à “tendência”. A mais recente ferramenta, revela o WEBetaInfo, pode ser uma das mais eficazes, permitindo aos utilizadores pesquisarem a origem de uma imagem enviada por meio do app.

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Oco-fundador do WhatsApp, Brian Acton, pediu aos estudantes da Universidade de Stanford, nos EUA, que apagassem as suas contas no Facebook. Segundo o BuzzFeed News, este é um apelo que Acton já havia feito no ano passado. Contudo, Acton defendeu a decisão de vender o WhatsApp à tecnológica de Mark Zuckerberg.

Foto: G1

Circula na web uma mensagem que diz que o Facebook, o Instagram e o WhatsApp foram bloqueados para publicação de fotos, vídeos e áudios por conta da repercussão da tragédia em Suzano. Além disso, o texto diz que os apps permanecerão assim por tempo indeterminado. É #FAKE. Não houve nenhum bloqueio. Segundo o Facebook, uma “instabilidade temporária” ocorreu em toda a família de aplicativos. Ainda assim, nem todos os usuários foram afetados. Também não há qualquer relação com o ataque ocorrido na Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano, na Grande SP.

Foto: WhatsApp

O aplicativo de mensagens WhatsApp está testando uma função que pode ajudar no combate às notícias falsas compartilhadas dentro da plataforma. Enquanto analisava a versão 2.19.73 do mensageiro, o site WABetaInfo percebeu a nova opção “Pesquisar imagem” no menu da conversa. Ao tocar nesse botão, o WhatsApp informa que a imagem será enviada para o Google. O aplicativo então abre o navegador padrão do dispositivo com uma busca por imagens.

Foto: Reprodução/Google

A rede mundial de computadores celebra o aniversário de 30 anos nesta terça-feira (12) e o Google lançou um Doodle para comemorar. A World Wide Web (WWW), foi criada por Tim Berners-Lee em 12 de março de 1989. Naquela data, o engenheiro britânico criava o método pelo qual seria possível obter acesso público à Internet, tecnologia que havia sido desenvolvida nos anos de 1960 por militares dos EUA. A animação na página inicial do Google está presente na maior parte do mundo, incluindo Brasil, EUA e o restante da América, toda a Europa, a Rússia, Japão, Coreia, Austrália e algumas nações do norte da África.

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