Quando a solidariedade e a honestidade se misturam. Um vendedor de cachorro-quente, que passou necessidade após a escola fechar durante o isolamento social, surpreendeu e emocionou alunos e ex-alunos, que fizeram uma vaquinha para ajudá-lo.
Depois de receber R$ 8 mil, Barruada – como é conhecido em Recife, Pernambuco – gravou um vídeo e pediu que as pessoas parassem de doar porque ele já havia recebido o suficiente. [ASSISTA ABAIXO]
“Aqui é Barruada, que pediu ajuda a vocês. A gente estava olhando a conta que vocês fizeram os depósitos, e queria que vocês parassem um pouco, por favor. O que vocês me ajudaram já da para eu vencer a batalha. Se eu precisar, eu peço de novo a vocês. Muito obrigado mesmo pela ajuda, vocês me ajudaram muito. Muito obrigado”, agradeceu Joaquim Antônio.
- Triagem para Pequenas Cirurgias será realizada nesta sexta-feira (5) em Salvador com 50 vagas disponíveis
- São João de Pojuca: Prefeitura cancela shows de Tayrone, Neto Brito e outras atrações após recomendações de órgãos fiscalizadores
- Chuvas fortes atingem Salvador: Coutos registra maior volume de precipitação nas últimas 12 horas
História
Joaquim Antônio vendeu lanches durante 30 anos no Colégio Salesiano, na Rua Dom Bosco, área central da capital e conquistou o coração de muita gente durante as décadas de trabalho.
Sem poder trabalhar agora, por causa do isolamento social, ele foi obrigado a pedir ajuda financeira aos conhecidos, pelas redes sociais
Alunos e ex-alunos se comoveram, fizeram uma vaquinha e começaram a doar dinheiro para o vendedor.
Entre eles, a médica Cláudia Albuquerque e o advogado Cláudio Romeiro Albuquerque, dois irmãos do Recife que passaram a infância comendo os cachorros-quentes de Barruada, na porta da escola.
“Eu e o Claudinho ficamos sensibilizados com essa corrente do bem”, disse a dra. Cláudia.
Assista aos vídeos antes e o depois da campanha do Barruada:
Por Andréa Fassina, redação SóNotíciaBoa – informações do JC Recife


