O coreografo Wade Robson, que acusa o cantor Michael Jackson de abuso sexual, perdeu um processo que movia desde 2013 contra as empresas do Rei do Pop.
O juiz responsável pelo caso, Mark A. Young, decidiu que as empresas MJJ Productions e MJJ Ventures não tinham dever legal de proteger os meninos. Na acusação, Wade afirma que as empresas teriam facilitado os abusos.
Wade, que é um dos personagens do documentário ‘Leaving Neverland’, lançado pela HBO em 2019, diz ter sido abusado por Michael por sete anos nos anos 90. Os responsáveis pelos bens do cantor afirmam que o documentário é uma tentativa de explorar e lucrar com a imagem dele após a morte.
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Esta é a segunda derrota do coreografo na Justiça contra Michael. O processo, que havia sido descartado antes, foi retomado em 2020 após a Califórnia aprovar uma lei que dava mais tempo para processos em casos de abuso sexual infantil. (bahia.ba)





