A defesa de Jair Bolsonaro (PL) enviou um ofício, na quinta-feira (30), ao Tribunal de Contas da União (TCU) informando que vai entregar o terceiro conjunto de joias à Caixa Econômica Federal. As peças foram inseridas no acervo privado da Presidência em 2019.
No documento, os advogados de Bolsonaro argumentaram que os itens não fazem parte da representação do TCU, que investiga os presentes recebidos pela comitiva do ex-presidente na Arábia Saudita em outubro de 2021.
Foi alegado ainda pela defesa do ex-presidente que houve demora na decisão sobre o local adequado para a entrega das joias e que “gerou na mídia e na opinião pública a impressão de recusa por parte do peticionário em colaborar com uma entrega que ele próprio requereu inicialmente”.
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O ministro Augusto Nardes, relator do processo no TCU, notificou Bolsonaro, na quarta-feira (29), para que seja devolvido imediatamente qualquer outro presente dado pelo governo da Arábia Saudita ao ex-mandatário. Em caso de descumprimento, haverá pena de sanção.
O alerta já havia sido feito por Nardes após um grupo de parlamentares informar à corte que o terceiro conjunto de joias foi recebido em mãos por Bolsonaro. (bahia.ba)





