Cerca de 31 mil unidades credenciadas no Programa Farmácia Popular em todo o Brasil começaram, nesta quarta-feira (17), a distribuir gratuitamente absorventes para a população em situação de vulnerabilidade social. Segundo o Ministério da Saúde, a oferta é direcionada a grupos que vivem abaixo da linha da pobreza e estão matriculados em escolas públicas, em situação de rua ou em vulnerabilidade extrema. A população encarcerada em unidades do sistema prisional também será contemplada.
É importante ressaltar que podem receber os absorventes os brasileiros ou estrangeiras que vivem no Brasil, com idade entre 10 e 49 anos, inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) cuja renda familiar mensal seja de até R$ 218 por pessoa.
Estudantes de instituições públicas de ensino também devem estar o CadÚnico mas, para estes casos, a renda familiar por pessoa vai até meio salário mínimo (R$ 706). No caso de pessoas em situação de rua, não há limite de renda. O público-alvo do programa é de cerca de 24 milhões de pessoas.
- Acidente envolvendo dois veículos é registrado na BA-046, próximo ao Porto Seco de Santo Antônio de Jesus
- Deolane Bezerra afirma em carta enviada para a mãe que é inocente: "já é a terceira vez que invadem a minha vida, tentando me destruir"
- Incêndio em matagal assusta moradores no Centro de Santo Antônio de Jesus
Requisitos
Para ter acesso ao benefício, os interessados precisam apresentar um documento de identificação pessoal com número do Cadastro de Pessoas Físicas – CPF – e a Autorização do Programa Dignidade Menstrual, em formato digital ou impresso. O documento pode ser gerado via aplicativo ou site do Meu SUS Digital – nova versão do aplicativo Conecte SUS – com validade de 180 dias.
No caso de menores de 16 anos, a aquisição dos absorventes deve ser feita pelo responsável legal. Mais orientações sobre o processo estão disponíveis através do Disque Saúde 136.
Caso a pessoa tenha dificuldades para acessar o aplicativo ou emitir a autorização, a orientação é de procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS). Pessoas em situação de rua também podem buscar ajuda nos centros de referência da assistência social, centros de acolhimento e equipes de Consultório na Rua.
Para pessoas recolhidas em unidades do sistema penal, a entrega deve ser coordenada e executada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. A distribuição será realizada diretamente nas instituições prisionais.
Em nota, o Ministério da Saúde destacou que o valor da ação como forma de combate às desigualdades causadas pela pobreza menstrual.





