Pesquisadores do NHS (Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido), equivalente ao SUS brasileiro, iniciaram os primeiros testes em humanos com sangue artificial produzido em laboratório.
A inovação tem como meta reduzir a dependência de doações, especialmente para pacientes que possuem tipos sanguíneos raros ou que necessitam de transfusões frequentes.
O sangue sintético é fabricado a partir de células-tronco, que no organismo humano se desenvolvem na medula óssea e dão origem às hemácias, ou glóbulos vermelhos. Para reproduzir esse processo em laboratório, cientistas investigaram os sinais físicos e químicos responsáveis por estimular a diferenciação celular e desenvolveram uma solução nutritiva capaz de replicar parte dessas condições.
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Com o avanço dos testes, a expectativa é que a tecnologia se torne, no futuro, uma alternativa viável para suprir a demanda por sangue em hospitais, aumentando a segurança de transfusões e ampliando o acesso para grupos com maior dificuldade de compatibilidade.


