O rapper Oruam, que esteve preso por mais de dois meses no Complexo Penitenciário de Bangu, voltou a ser alvo da Justiça. Ele está sendo cobrado em cerca de R$ 660 mil pelo proprietário da mansão em que morava, localizada no bairro do Joá, Zona Sudoeste do Rio de Janeiro.
Segundo o processo, após a prisão do artista em julho, durante uma operação da Polícia Civil, Oruam devolveu a residência antes do término do contrato. Isso gerou uma multa de R$ 360 mil. Além disso, o dono da mansão afirma que o imóvel foi entregue em más condições, com prejuízos estruturais, e cobra R$ 300 mil adicionais por danos materiais.
A mansão de 1.200 m² possui cinco suítes com vista para o mar, piscina de borda infinita, varanda gourmet, heliponto e ampla área de lazer.
Oruam se entregou voluntariamente à polícia em julho, sendo considerado de “alta periculosidade”, e foi solto em setembro após decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que apontou fragilidade na fundamentação da prisão preventiva. Desde então, o rapper responde ao processo em liberdade e cumpre medidas cautelares, incluindo o uso de tornozeleira eletrônica.





