O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começou a aplicar um novo modelo para análise de benefícios em todo o Brasil. A chamada “nacionalização da fila” permite que servidores de estados com menor volume de pedidos ajudem na análise de processos de regiões onde a espera é maior.
A mudança faz parte das atualizações do Programa de Gerenciamento de Benefícios (PGB) e foi oficializada no Diário Oficial da União. Com a nova estratégia, o INSS busca usar melhor a força de trabalho disponível e acelerar as concessões.
Dados do Relatório da Fila, divulgados em outubro de 2025, mostram que o tempo médio de espera caiu de 64 para 35 dias. O foco agora está nos benefícios que concentram a maior parte dos pedidos, como o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e os auxílios por incapacidade, que somam cerca de 80% da fila.
Criado por lei em 2025, o PGB prevê incentivos financeiros para servidores e peritos que atuam além da rotina normal, além de regras de qualidade, limites diários de análises e acompanhamento constante por um comitê estratégico.
A expectativa é que as novas medidas ajudem a reduzir ainda mais a fila e tornem o atendimento mais rápido para quem depende dos benefícios do INSS.


