O crescimento recente de casos de Mpox no Brasil levou o Ministério da Saúde a classificar a situação como de atenção máxima em oito unidades da federação: Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rondônia e Distrito Federal.
Segundo a pasta, equipes de vigilância epidemiológica intensificaram o monitoramento, especialmente em grandes centros urbanos, com o objetivo de identificar rapidamente novos casos e evitar a formação de novas cadeias de transmissão. A rede pública segue preparada para atender pacientes com sintomas suspeitos, realizar exames laboratoriais e orientar o isolamento quando necessário.
Dados oficiais apontam que o país soma cerca de 90 casos confirmados até o momento. Além disso, mais de 180 notificações ainda estão em análise.
O estado de São Paulo concentra a maior parte das ocorrências, seguido pelo Rio de Janeiro. Outras unidades da federação também passaram a reforçar a vigilância nas últimas semanas diante da preocupação com a circulação do vírus.





