Uso de Mounjaro muda aparência de usuários e afeta reconhecimento facial no STF

Perda de peso de frequentadores do Supremo teria aumentado a necessidade de atualização cadastral no sistema de acesso

Foto: Reprodução/Freepik

O uso do medicamento Mounjaro tem gerado situações curiosas nos corredores do Supremo Tribunal Federal, em Brasília. Segundo a colunista Bela Megale, do jornal O Globo, a popularização do remédio entre pessoas que circulam pela Corte começou a impactar até o sistema de reconhecimento facial utilizado para controle de acesso.

De acordo com a publicação, servidores e frequentadores que perderam peso de forma significativa passaram a enfrentar dificuldades para serem identificados pelas câmeras, exigindo a atualização das fotografias cadastradas no sistema.

Funcionários responsáveis pelo controle de entrada relataram que o número de recadastramentos aumentou nos últimos meses. Nos bastidores, a situação tem sido tratada de forma bem-humorada como uma espécie de “reinicialização” do sistema de identificação da Corte.

O Mounjaro foi desenvolvido para o tratamento do diabetes tipo 2, mas ganhou popularidade também como aliado no emagrecimento. O medicamento atua no controle da glicose e aumenta a sensação de saciedade, contribuindo para a redução do apetite e da ingestão de alimentos.

A crescente utilização do remédio tem chamado atenção em diferentes setores da sociedade e já começa a gerar reflexos que vão além da área da saúde, alcançando até mesmo sistemas tecnológicos de identificação.

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