O presidente do diretório estadual do Avante na Paraíba, Márcio Lira, foi preso pela Polícia Civil na quinta-feira (8), no bairro do Grajaú, na Zona Sul de São Paulo. O dirigente partidário é investigado por suspeita de agressão contra uma mulher.
Durante a abordagem, os policiais apreenderam uma arma de fogo e uma quantia em dinheiro que estavam em posse do político.
Após a prisão, Lira foi levado ao 101º Distrito Policial, no Jardim das Imbuias, onde a ocorrência foi registrada e os procedimentos legais foram iniciados.
Até o momento da publicação das informações de origem, a defesa do dirigente não havia se pronunciado oficialmente. O caso segue em andamento.
Prisão ocorre após resultado eleitoral do Avante
A prisão acontece após o primeiro turno das eleições de 2026, no qual o Avante lançou o escritor Augusto Cury como candidato à Presidência da República.
Em âmbito nacional, Cury recebeu 3.448.569 votos, o equivalente a 2,89% dos votos válidos, segundo os dados citados na reportagem de origem. Na Paraíba, o candidato obteve 73.831 votos, correspondentes a 2,94% dos votos válidos no estado.
Na quinta-feira (8), Augusto Cury se reuniu com Flávio Bolsonaro (PL) para anunciar apoio à candidatura do senador no segundo turno. O escritor apresentou condições para o alinhamento, entre elas o fim da reeleição para cargos do Executivo, a valorização salarial e emocional dos professores, a ampliação da telemedicina no Sistema Único de Saúde (SUS), a proteção integral às mulheres e medidas voltadas à pacificação institucional.
Cury também declarou que não pretende ocupar cargos em um eventual governo nem negociar vantagens pessoais, afirmando que manterá sua independência de pensamento.
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