Família procura o Voz da Bahia para esclarecer morte de adolescente de 16 anos após AVC em S. A. de Jesus

Ana Cecília de Souza Oliveira era natural de Dom Macedo Costa, estudava no IFBA e tinha uma malformação vascular cerebral congênita, descoberta após o acidente vascular cerebral

Ana Cecília de Souza Oliveira era natural de Dom Macedo Costa e morava em Santo Antônio de Jesus, onde estudava no IFBA. Familiares afirmam que ela tinha uma malformação vascular cerebral congênita, descoberta após o AVC.

A família de Ana Cecília de Souza Oliveira, adolescente de 16 anos que morreu após sofrer um Acidente Vascular Cerebral (AVC), procurou o Voz da Bahia para esclarecer informações divulgadas anteriormente sobre o caso. A jovem passou mal na noite do dia 13 de outubro, quando estava em um estabelecimento onde faria uma aula de pilates, em Santo Antônio de Jesus, no Recôncavo baiano.

Natural de Dom Macedo Costa, Ana Cecília morava atualmente em Santo Antônio de Jesus e estudava no Instituto Federal da Bahia (IFBA).

Em relato ao Voz da Bahia, um familiar explicou que a adolescente tinha um problema na coluna, possivelmente escoliose, e praticava pilates por recomendação médica. Segundo a família, ela havia chegado ao local e ainda iria iniciar a atividade quando começou a sentir um mal-estar, acompanhado de dormência em um dos lados do corpo.

O namorado, que a acompanhava naquele momento, pediu ajuda. Ela foi socorrida e encaminhada ao hospital, onde exames de imagem identificaram um AVC grave. De acordo com o relato, a adolescente passou por uma cirurgia para drenagem do sangue e permaneceu internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). No dia seguinte, foi transferida para Salvador.

Mal formação foi descoberta após o AVC

Conforme o familiar, exames realizados em Salvador apontaram que Ana Cecília havia nascido com uma mal formação em um vaso sanguíneo do cérebro, condição que, segundo a família, nunca havia sido identificada porque ela não apresentava sintomas aparentes.

Ainda de acordo com o relato, os médicos explicaram que o episódio poderia ocorrer em diferentes circunstâncias, independentemente do local onde a adolescente estivesse.

A família também manifestou preocupação com comentários e especulações nas redes sociais que associavam o episódio ao uso de substâncias para ganho muscular ou à prática de exercícios físicos.

O familiar ressaltou que Ana Cecília fazia pilates por orientação médica e pediu respeito à memória da jovem e aos familiares neste momento de luto.

A família procurou o Voz da Bahia para corrigir informações da publicação anterior e esclarecer que a adolescente não estava em uma academia de musculação, mas em um estabelecimento onde faria pilates.

O Voz da Bahia manifesta solidariedade aos familiares, amigos e colegas de Ana Cecília neste momento de profunda tristeza. DEUS conforte a todos!

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