Um adolescente que inicialmente era tratado como suspeito pela morte do cachorro comunitário Orelha passou a ser considerado testemunha no caso. A informação foi confirmada pela Polícia Civil de Santa Catarina (PCSC) neste sábado (31). O crime ocorreu na região da Praia Brava, em Florianópolis, e gerou forte comoção em todo o país na última semana.
Segundo a polícia, a mudança na condução da investigação aconteceu após a família do adolescente apresentar provas de que ele não estava no local no momento das agressões. Além disso, a análise das imagens feitas pelas equipes de investigação confirmou que o jovem não aparece nos registros divulgados nas redes sociais.
Com isso, outros três adolescentes seguem como suspeitos e ainda deverão ser ouvidos pela Polícia Civil. Até o momento, não há data definida para os depoimentos.
A PCSC também informou que não foram encontrados indícios que confirmem a hipótese de que o crime tenha sido motivado por desafios promovidos por grupos criminosos em redes sociais. As investigações continuam para esclarecer a autoria e as circunstâncias do caso.


