Estudos da Organização Mundial de Saúde (OMS), que compara dados de 2012 e 2020, alerta para a tendência de epidemia de câncer em jovens na faixa etária de 20 a 49 anos. Os novos diagnósticos apontam tumores de mama, tireoide, endométrio, próstata, colorretal, rim em maior volume neste público.
Estimativas do Instituto Nacional do Câncer (Inca) de que o câncer de cólon e reto deve ter 46 mil novos registros por ano no Brasil no triênio 2023-2025. O Inca estima também que o número de mortes precoces pela doença no país cresça 10% entre 2026 e 2030 quando comparado a 2011 e 2015.
Segundo a oncologista Vanessa Dybal, da clínica Amo/rede Dasa, as razões para essa crescente incidência entre mais jogos ainda são um desafio para os pesquisadores, mas há relação entre câncer e fatores de risco como o tabagismo, obesidade, sedentarismo, álcool em excesso, exposição ao sol sem proteção e alimentação pobre em fibras e rica em ultraprocessados.
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“É preciso estar atento a qualquer modificação no corpo e buscar orientação médica. Manchas que crescem na pele, mudam de cor ou sangram; cansaço excessivo; nódulos em crescimento, alterações persistente do hábito intestinal, e perda significativa de peso sem motivo aparente dão pistas de que algo não vai bem e merece investigação ”, explicou.
A oncologista ressalta que o diagnóstico precoce pode elevar para mais de 90% as chances de cura em alguns tipos de tumores. “Além disso, fazem a diferença os novos tratamentos, cada vez mais individualizados, aliados ao acolhimento feito por uma equipe multidisciplinar e preparada para fazer a navegação do paciente durante todas as etapas do combate ao câncer”. (bahia.ba)





