O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) apresentou piora na função renal, segundo boletim médico divulgado neste sábado (14) pelo Hospital DF Star. Apesar disso, os médicos informaram que ele permanece clinicamente estável e continua internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), sem previsão de alta.
De acordo com o comunicado da equipe médica, exames recentes apontaram aumento dos marcadores inflamatórios, além da alteração na função renal.
Bolsonaro foi internado na manhã de sexta-feira (13) após apresentar febre alta, queda na saturação de oxigênio, sudorese e calafrios. Após exames laboratoriais e de imagem, os médicos confirmaram diagnóstico de broncopneumonia bacteriana bilateral de provável origem aspirativa, uma infecção que atinge os dois pulmões.
O cardiologista Brasil Caiado, que acompanha o ex-presidente, afirmou que o quadro é considerado grave. Segundo ele, infecções pulmonares em pacientes acima de 70 anos exigem atenção redobrada devido ao risco de evolução para complicações, como infecção generalizada.
Diante do estado de saúde do ex-presidente, o advogado Paulo Cunha Bueno voltou a solicitar que Bolsonaro cumpra eventual medida de custódia em regime domiciliar.
Em publicação nas redes sociais, o defensor afirmou que a transferência seria necessária por causa das condições médicas do ex-presidente, que exigiriam cuidados constantes que, segundo ele, não poderiam ser garantidos em ambiente prisional.
Bolsonaro segue sob acompanhamento da equipe médica na UTI, enquanto novos exames avaliam a evolução do quadro clínico. 🏥





