O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu nesta segunda-feira (16), no Palácio do Planalto, em Brasília, o presidente da Bolívia, Rodrigo Paz Pereira. Durante o encontro, os dois países assinaram acordos de interconexão elétrica e combate ao crime organizado, além de um memorando de cooperação na área do turismo.
Segundo Lula, o acordo energético permitirá a construção de uma linha de transmissão de energia entre a província de Germán Busch, no departamento de Santa Cruz, e o município de Corumbá, em Mato Grosso do Sul.
“Vamos otimizar o uso dos recursos existentes nos dois países e levar eletricidade a regiões que ainda dependem de diesel”, afirmou o presidente brasileiro.
Lula também destacou a importância da Bolívia para o abastecimento energético do Brasil.
“Em um contexto internacional marcado por conflitos que ameaçam o fornecimento de combustíveis, a Bolívia continua sendo uma fonte segura e segue como o maior fornecedor de gás natural para o Brasil”, declarou.
Outro ponto do encontro foi o acordo para reforçar a cooperação entre os dois países no combate ao crime organizado transnacional. A expectativa é ampliar a coordenação para enfrentar crimes como tráfico de drogas e pessoas, contrabando, roubo de veículos, lavagem de dinheiro, mineração ilegal e crimes ambientais.
Outro ponto do encontro foi o acordo para reforçar a cooperação entre os dois países no combate ao crime organizado transnacional. A expectativa é ampliar a coordenação para enfrentar crimes como tráfico de drogas e pessoas, contrabando, roubo de veículos, lavagem de dinheiro, mineração ilegal e crimes ambientais.
A visita de Rodrigo Paz ao Planalto acontece poucos dias após Lula cancelar sua participação na posse do presidente do Chile, José Antonio Kast, realizada na última quarta-feira (11).
Paz assumiu a presidência da Bolívia em novembro de 2025, encerrando um ciclo de quase duas décadas de governos de esquerda no país, iniciado com Evo Morales e seguido por Luis Arce.
Durante o encontro, Lula afirmou que ele e o presidente boliviano concordam que a integração regional deve ser tratada como um projeto de cooperação entre países, e não como uma questão ideológica.





